Assinala-se hoje o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, 73 anos após a libertação do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, expoente máximo da barbárie nazi.

O Governo português junta-se a todos os que se recusam esquecer e que prestam homenagem às vítimas do extermínio e da desumanidade nazi.

Ao comemorar esta efeméride, Portugal evoca, também, aqueles que impediram o extermínio de pessoas perseguidas pelo regime nazi. Homens e mulheres que, pela sua coragem e altruísmo, resgataram da morte milhares de judeus e outras vítimas do ódio nazi. São disso exemplo os diplomatas portugueses Aristides de Sousa Mendes, Alberto Teixeira Branquinho e Carlos Sampaio Garrido, bem com o padre Joaquim Carreira.

Para manter viva a memória daqueles que padeceram durante o Holocausto, e para garantir que nunca mais venha acontecer, é preciso continuar a investir na educação, no respeito pelos direitos humanos, na defesa intransigente da dignidade de todas as pessoas e na luta contra o ódio, a intolerância, a xenofobia, o racismo, o antissemitismo e o preconceito. Este é um dever de todos.

Portugal, enquanto membro observador da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, reitera hoje o seu firme compromisso de manter viva a memória do Holocausto, contribuindo para que não se repita nunca mais.

Lisboa, 27 de janeiro de 2018