O número de atos consulares praticados nos consulados portugueses registou, em 2017, um crescimento de 7,5% face ao ano transato, ascendendo a um total de 2 milhões e 107 mil atos realizados.

Este indicador foi divulgado a 26 de julho, na apresentação do relatório de atividades da Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, que teve lugar no Ministério dos Negócios Estrangeiros, numa sessão que contou com a presença do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, e do Diretor-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, Júlio Vilela.

A emissão do cartão de cidadão foi o pedido mais frequente dos portugueses residentes no estrangeiro (12% do total de atos), imediatamente seguido pelos vistos de curta e longa duração e, em terceiro lugar, pelo reconhecimento de assinaturas.

Verificaram-se 618 permanências consulares, menos duas face a 2016, embora tenha existido um crescimento do número de utentes atendidos (34 mil, mais 4%, o que resultou na realização de 43 mil atos consulares). De referir que os pedidos mais frequentes relacionaram-se com a emissão de documentos de identificação (41% do total de atos praticados).

O Gabinete de Emergência Consular (GEC) processou perto de 10 mil contactos, entre chamadas telefónicas e mensagens de correio eletrónico, tendo a situação mais exigente sido originada com a evacuação de 70 cidadãos de várias ilhas das Antilhas e das Caraíbas, no seguimento de estragos causados pelo furacão Irma.

Apresentacao relatorio DGACCP